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CRISE SILENCIOSA: SURTOS PSICÓTICOS CRESCEM NO BRASIL


O avanço dos transtornos mentais no Brasil tem revelado um cenário preocupante, especialmente quando analisado sob a ótica de gênero. Estudos indicam que homens e mulheres enfrentam desafios distintos quando o assunto é saúde mental — tanto na incidência dos transtornos quanto na forma de lidar com eles.

MULHERES SÃO MAIS AFETADAS

Dados apontam que as mulheres lideram os índices de transtornos como depressão e ansiedade, chegando a apresentar taxas até duas ou três vezes maiores do que os homens.

Uma em cada cinco mulheres apresenta transtornos mentais comuns
Mulheres representam cerca de 64% dos afastamentos do trabalho por questões psicológicas

Especialistas atribuem esses números a fatores como:

Oscilações hormonais (ciclo menstrual, gravidez e menopausa)

Sobrecarga de trabalho e responsabilidades domésticas

Maior exposição à violência e pressão social

HOMENS BUSCAM MENOS AJUDA

Apesar de apresentarem menor incidência de alguns transtornos, os homens preocupam por outro motivo: a baixa procura por ajuda profissional.

Esse comportamento contribui para um dado alarmante — os homens lideram as estatísticas de suicídio no Brasil.

Fatores como pressão social, dificuldade em expressar emoções e resistência em buscar tratamento agravam o problema.

NECESSIDADE DE ATENÇÃO ESPECÍFICA

Especialistas reforçam que políticas públicas precisam considerar essas diferenças para garantir atendimento adequado a cada grupo.

CONCLUSÃO

Entender as particularidades entre homens e mulheres é fundamental para enfrentar a crise de saúde mental no país. O acesso ao tratamento e o combate ao preconceito ainda são grandes desafios.

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