Justiça Eleitoral determinou a cassação do mandato do prefeito de Estreito, Léo Cunha, e de sua vice-prefeita, Irenilde da Silva, após o julgamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) referente ao pleito de 2024.
A sentença reconheceu a prática de abuso de poder político e econômico, resultando na perda dos diplomas e dos registros de candidatura de ambos os gestores municipais.
Conforme a decisão judicial, o ponto central da condenação envolveu a entrega estratégica de uma ambulância no povoado Brejo da Ilha, evento que foi acompanhado por uma estrutura de promoção eleitoral que incluiu churrasco e distribuição de bebidas.
Para o magistrado, o caso configurou uma logística orquestrada para beneficiar a candidatura, evidenciada pelo fato de que o veículo teria sido retirado da comunidade logo após o período eleitoral, o que reforçou o caráter eleitoreiro da ação em detrimento do interesse público.
Em consequência dos atos apurados no processo, Léo Cunha foi declarado inelegível por um período de oito anos, contados a partir das eleições de 2024. Já a vice-prefeita Irenilde da Silva, embora tenha tido o diploma cassado junto com o titular da chapa, não recebeu a sanção de inelegibilidade, pois a Justiça considerou que não houve comprovação de sua responsabilidade individual direta na organização do evento.
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