As artesãs que trabalham na Casa do Artesão, localizada nas proximidades do Terminal Rodoviário de Açailândia, têm vivido dias de apreensão diante da crescente onda de furtos e da falta de segurança no local.
Em menos de dois meses, pelo menos dois arrombamentos foram registrados no espaço, situado na Rua Dorgival Pinheiro de Sousa, em frente a agências bancárias e ao lado de um box da Polícia Militar. Mesmo com essa proximidade, os criminosos têm agido com facilidade, deixando prejuízos e aumentando o sentimento de vulnerabilidade entre as trabalhadoras.
De acordo com informações, os crimes ocorreram entre os meses de fevereiro e abril, resultando em perdas que ultrapassam R$ 5 mil. Produtos artesanais, fruto de muito trabalho e dedicação, foram levados, comprometendo diretamente a renda das artesãs, que dependem das vendas para sobreviver.
A situação escancara o estado caótico da insegurança no terminal rodoviário de Açailândia. Passageiros, comerciantes e trabalhadores relatam medo constante, principalmente durante a noite, quando a iluminação é precária e a presença de segurança é praticamente inexistente. O local, que deveria oferecer proteção e acolhimento, hoje se tornou sinônimo de preocupação e risco.
Além dos furtos, há relatos frequentes de movimentações suspeitas, consumo de entorpecentes nas imediações e ausência de ações efetivas que garantam a ordem e a tranquilidade de quem passa pelo terminal diariamente.
Diante desse cenário alarmante, fica o questionamento que ecoa entre as vítimas e toda a população: e agora, o prejuízo quem vai pagar?
📢 INSCREVA-SE NO CANAL CARLOS CRISTIANO NOTÍCIAS NO YOUTUBE!
.jpg)
.png)
Comentários
Postar um comentário